NOSSA RAIZ

Maria Escolástica da Conceição Nazareth ou Mãe Menininha, como ficou conhecida, nasceu em 10 de Fevereiro de 1894 em Salvador/BA.

Filha de Joaquim e Maria da Glória, era bisneta de negros libertos: Francisco e Maria Júlia, fundadora e primeira Ìyálórìṣà do Ilé Ìyá Omi Àṣẹ Ìyámasé (Terreiro do Gantois).

Mãe Menininha de Ọ̀ṣùn assumiu a direção do Gantois aos 28 anos e sua história se confunde com a do próprio Candomblé no Brasil, pois além do fato de ser descendente de linhagem nobre africana (nação Egbá-Arakê, das terras de Agbeokutá, sudoeste da Nigéria), sua vida e sacerdócio são grandes exemplos de retidão, humildade, respeito e fé, além de ter sido uma das principais articuladoras do término das restrições e proibições ao culto aos Orixás!

A grande Ìyálórìṣà do Brasil, nos anos 1970, tornou-se mãe de santo de Pai Baiano.

Waldomiro da Costa Pinto ou Pai Baiano nasceu em 13 de Dezembro de 1928 em Salvador/BA.

Iniciado na nação Efon para o Orixá Ṣàngó, nos anos 70 ingressou na nação Ketu, ao tornar-se filho do Ilé Ìyá Omi Àṣẹ Ìyámasé (Terreiro do Gantois) e, consequentemente, de Mãe Menininha. Em 1950, Pai Baiano fundou o Ilé Bàbá Ògún Mègègè Àṣẹ Baru Lèpè em Duque de Caxias/RJ, conhecido por Terreiro de Santo Antônio dos Pobres ou popularmente como Parque Fluminense, nome do bairro onde está localizado.

O sacerdote foi um dos principais difusores do Candomblé no sudeste e pai de santo do nosso Bàbálórìṣà Celinho D’Ọmọlu.

Mesmo após a morte de Mãe Menininha, Pai Baiano continuou presente no Gantois, inclusive na gestão de Mãe Carmen, atual Ìyálórìṣà do terreiro.

Mãe Carmen de Òṣògìyán, filha mais nova de Mãe Menininha é a atual Ìyálórìṣà do Terreiro do Gantois, desde 2002.

Sua gestão, marcada pela preservação das tradições da casa e de sua família, repleta de amor, respeito, dedicação e devoção aos Orixás, tem como Ìyákékeré e Ìyádagan, suas filhas carnais: Mãe Ângela e Mãe Neli, respectivamente.

Levado ao Gantois pelas mãos de Pai Baiano, Pai Celinho, após o falecimento do seu Bàbálórìṣà, concluiu seu ciclo de obrigações espirituais com Mãe Carmen, tornando-se filho do Ilé Ìyá Omi Àṣẹ Ìyámasé.

O Bàbálórìṣà Célio D’Ọmọlu, carinhosamente conhecido como Pai Celinho, é o dirigente do Ilé Àṣẹ Ọbalúwáiyé Jagun, casa de Candomblé fundada em 18 de Maio de 1978, em Duque de Caxias/RJ.

Localizado no Bairro Centenário, ao longo desses mais de 40 anos, o terreiro vem prestando assistência espiritual e social a todos que ali chegam, tornando-se assim, uma das casas mais tradicionais do Município.

Filho dos Orixás Ọmọlu e Ọ̀ṣùn, a partir dos anos 80, foi condecorado com inúmeras comendas e honrarias, sendo homenageado em eventos e convidado a presidir palestras em todo o Brasil e no exterior, dado as inúmeras atividades realizadas por ele em diversos países da Europa, como Portugal, Espanha e Suíça.

Outra vertente que também contribuiu grandiosamente para Pai Celinho posicionar-se no patamar em que se encontra, foram os trabalhos com o Exu Barabô.

Duque de Caxias

Situado na Baixada Fluminense, Duque de Caxias abriga atualmente quase um milhão de habitantes em seus 465 km2. Seus limites estendem-se, atualmente, aos municípios de Miguel Pereira, Petrópolis, Magé, Rio de Janeiro, São João de Meriti e Nova Iguaçu. A hidrografia pode ser resumida em quatro bacias principais: Iguaçu, Meriti, Sarapuí e Estrela.

O município é dividido em quatro distritos: 1º- Duque de Caxias, 2º- Campos Elíseos, 3º- Imbariê, 4º- Xerém. Em cumprimento à Lei Orgânica, a sede municipal, que se encontrava no 1º distrito, foi transferida, a partir de 29 de maio de 1991, para o 2º distrito.

A história de Duque de Caxias confunde-se com a dos municípios que lhe são vizinhos. Isso porque, até a década de 1940, Duque de Caxias, São João de Meriti e Nilópolis, juntos com Nova Iguaçu, formavam um só município.

A região onde está inserido o município, desde o período da ocupação européia, teve sua história estreitamente relacionada à da cidade do Rio de Janeiro. Situando-se às margens da Baía da Guanabara, teve seu desenvolvimento ligado à extensa rede hidrográfica que a cortava. Através dos rios, realizava-se o escoamento da produção local e estabeleciam-se os elos de comunicação entre o interior e o litoral, favorecendo a ocupação das cercanias da Baía pelo interior serrano.

O povoamento da região data do século XVI, quando foram doadas sesmarias, durante a expulsão dos franceses que haviam invadido a Baía de Guanabara. Um dos agraciados foi Cristóvão Monteiro que recebeu terras, em 1565, às margens do rio Iguaçu, que formaram a Fazenda do Iguaçu, sendo a mesma, mais tarde, adquirida pela Ordem de São Bento, tornando-se então a mais antiga e importante fazenda localizada na região que hoje constitui o município de Duque de Caxias.

A atividade econômica que incentivou a ocupação da região foi a do cultivo da cana-de-açúcar. O milho, o feijão, a mandioca e o arroz tornaram-se, também, importantes produtos durante esse período e abasteceram a cidade do Rio de Janeiro, assim como a lenha retirada da região.

Calendário

06 de Julho de 2022
Cerimônia à Ọbàrà Mèjì
15 de Maio de 2022
Inauguração do Templo de Ọ̀ṣùn

axé nas ruas

Contato

Todos direitos reservados ao Terreiro Pai Celinho

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